
Guerra judicial entre Bárbara Guimarães e Manuel Maria Carrilho acabou, com o tribunal a determinar quem ficava com a guarda dos filhos.
A última disputa entre Bárbara Guimarães e Manuel Maria Carrilho aconteceu no passado dia 27 de setembro, no Tribunal de Família e Menores, em Lisboa.
Foi uma longa batalha entre Bárbara Guimarães e Manuel Maria Carrilho iniciada, por vários motivos, por altura do divórcio.
Um dos pontos em discussão chegou a ser a alegada prática de actos de violência doméstica por parte do antigo ministro da Cultura, acusação da qual acabou por ser ilibado no final de 2019.
Entretanto, a guarda de uma das filhas – Carlota – também acabou por ser colocada em cima da mesa. Isto depois de, em fevereiro, a polícia ter sido chamada a casa da apresentadora e de a ter encontrado embriagada e a tratar mal a menina. A jovem foi entregue então aos cuidados do pai e pouco depois, em abril, o tribunal optou por dar um terço da guarda, provisoriamente, a Manuel Maria Carrilho.
Ao mesmo tempo, foi exigido que Bárbara Guimarães fosse submetida a uma avaliação psicológica para determinar se se encontrava em condições de tomar conta da filha, de dez anos. Fê-lo em agosto. Um mês depois, a 27 de setembro, o Tribunal de Família e Menores recebeu o ex-casal e determinou, segundo apurou a revista Nova Gente, que a decisão provisória passasse a definitiva.
Assim sendo, Bárbara tem direito a dois terços da guarda de Carlota, enquanto Carrilho tem um. Já o outro filho que têm em comum, Dinis, 17 anos, permanece aos cuidados do progenitor.
Uma guerra que alimentou páginas e páginas de notícias, inclusive com declarações menos bonitas de ambos.
Agora chega ao fim uma guerra que durou tempo demais.
