BB Verão: Catarina Miranda celebra expulsão de Daniela Ventura e disse que aguardava por este dia há um ano.
Depois da expulsão de Daniela Ventura do Big Brother Verão, Catarina Miranda não hesitou em comentar o sucedido, partilhando detalhes que, segundo ela, já vinham de muito antes da entrada na casa.
Durante declarações públicas, a ex-concorrente explicou que a situação ultrapassou todos os limites e que Daniela já deveria ter sido expulsa antes. “Ela tinha passado um risco comigo, mas comigo, pronto, perdoa-se sempre”, começou por dizer.
No entanto, sublinhou que desta vez a situação foi diferente. “Mas desta vez vim ZEN, os comprimidos e vim ZEN, nada que me atinja, pronto.”
“A partir do momento em que me mete o dedo dentro da boca…”
Catarina referiu-se ao momento em que Daniela passou das palavras aos atos. “Para mim já devia também ter sido expulsada. A partir do momento em que me mete o dedo dentro da boca e tal, e mexe-me o cabelo, digo para ela parar.”
Apesar das divergências, admitiu alguma simpatia pelo confronto entre ambas. “Apesar de eu não me identificar com a linguagem que ela usa, gosto de discutir com ela, acho que tem grado.” No entanto, fez uma distinção clara entre os dois comportamentos. “Mas eu jamais era capaz de odiar a pessoa e chamar o nome que ela me chama e fazer o que ela me faz.”
“Estava à espera deste dia há mais de um ano”
Catarina não escondeu a satisfação com a expulsão de Daniela Ventura e recordou a sua própria saída do reality show. “Adorei o dia de hoje, este dia… eu estava à espera deste dia há mais de um ano, porque eu também fui expulsa, fui justamente expulsa.”
Além disso, revelou ter perdido um prémio avultado. “Perdi 100 mil euros que me faziam falta, ok? Mais tarde perdi mais 50 mil, já vamos em 150 mil, fez-me falta.”
“Ela tentou agredir-me na CMTV”
Para além dos episódios na casa, Catarina Miranda trouxe à tona um episódio anterior envolvendo a CMTV. “Ela passou uma vida a gozar comigo em todo o lado, inclusive foi ao meu local de trabalho [CMTV]. Se ela algum dia volta lá… o meu contrato expira para sempre.”
A situação descrita foi grave. “Eu não posso ter uma pessoa no meu local de trabalho a tentar-me agredir e a entrar no meu camarim, como ela e a avó dela fizeram.”
