Ana Galvão quebra o silêncio e revela como o filho salvou Nuno Markl: “Foi a primeira vez que gostei da rebeldia do meu adolescente”, disse.
Ana Galvão relata os momentos críticos do AVC de Nuno Markl
Nuno Markl continua internado no Hospital de São Francisco Xavier após sofrer um AVC na passada quinta-feira, 20 de novembro. Entretanto, esta segunda-feira, 24 de novembro, Ana Galvão decidiu falar pela primeira vez sobre o momento que abalou a família.
No programa “As Três da Manhã”, que conduz na Rádio Renascença ao lado de Joana Marques e Inês Lopes Gonçalves, a locutora descreveu o que viveu e destacou o papel determinante do filho de ambos, Pedro, de 16 anos.
“Foi o nosso Pedrito a ligar para o 112”
Segundo Ana Galvão, o adolescente percebeu imediatamente que algo estava errado.
“O Nuno acabou por falar na sua conta de Instagram que foi o nosso Pedrito a ligar para o 112 quando a coisa aconteceu, quando percebeu que o pai tinha algo de errado”, começou por contar.
Apesar de Markl ter minimizado os sintomas e recusado pedir ajuda, Pedro não hesitou:
“Quando o Nuno começou a sentir-se mal, achou que não valia a pena ligar para o 112 e o Pedro quis e ele disse ‘não vale a pena’. Mas o Pedro decidiu ser rebelde – e foi a primeira vez que eu gostei da rebeldia do meu adolescente – e ele ligou na mesma.”
“A rapidez é crucial”: o alerta de Ana Galvão
A comunicadora reforçou ainda a importância de reconhecer os sinais de um AVC e agir sem hesitações:
“A rapidez é crucial”, alertou, partilhando sintomas que devem servir de aviso imediato: fraqueza ou dormência, dificuldade na fala, problemas de visão, alterações no equilíbrio, dor de cabeça súbita e muito intensa, confusão mental, náuseas e vómitos.
Louvor aos bombeiros que chegaram em 15 minutos
Ana Galvão fez ainda questão de agradecer à equipa que prestou auxílio à família:
“Nunca é demais estar atentos (…)”, disse antes de expressar a sua gratidão aos Bombeiros da Parede, que chegaram em apenas 15 minutos.
Terminou com um agradecimento especial a um dos profissionais que esteve no local:
“Quando isto aconteceu, o Pedro estava sozinho com o Nuno, e esta pessoa dos bombeiros que chegou acalmou muitíssimo o meu filho, acalmou, tranquilizou e acabou por falar com ele de uma forma muito sensata e serena e acabou por ajudar muito.”
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