Sexta-feira, Fevereiro 26, 2021

Catarina Furtado sobe ao palco do Teatro Tivoli BBVA para espectáculo “muito didáctico e nada aborrecido”

Catarina Furtado sobe ao palco do Teatro Tivoli BBVA, no próximo dia 12 de Dezembro, com um espectáculo para toda a família.

‘Doce Gotinha’ é o espectáculo que conta a história de uma pequena gota de água e das suas aventuras, desde o momento em que se prepara para cair pela primeira vez como chuva, até ao seu regresso à grande nuvem.

Conta com narração de Catarina Furtado e José Pedro Gil, texto de Inês de Barros Baptista, ilustrações de Alberto Faria, animações de Vanessa Caeiro, letras e músicas de Emanuel de Andrade

Será no dia 12 de Dezembro, pelas 11:00 e os bilhetes custam entre 8 e 12 euros, havendo um pack família (2 adultos + 2 crianças) a 34 euros.

Catarina Furtado concedeu declarações ao Infocul, nas quais abordou este espectáculo e as mensagens que o mesmo pretende transmitir.

Catarina, quando surgiu este desafio?

Surgiu de um convite do José Pedro Gil que também é autor da concepção deste espectáculo. Ele canta e narra os outros personagens e precisava de uma narradora para ser a voz da própria Doce Gotinha.

Qual a primeira reacção ao ler este texto?

Enquanto comunicadora tenho por convicção tentar sempre participar em conteúdos que pretendam ter uma pegada na promoção da responsabilidade cívica de cada pessoa. Crianças, adolescentes, adultos.

Esta Doce Gotinha nasce da história escrita pela Inês Barros Baptista e transforma-se num espectáculo com música ao piano (tocado por Emanuel de Andrade, autor das músicas), ilustrações (de Alberto Faria), canções (pela voz do Jose Pedro Gil) e narração.

Contamos o Ciclo da água, através da sua protagonista, a Doce Gotinha e ajudamos as crianças a perceberem a importância deste recurso natural e por isso promovemos a sua poupança!

É muito didáctico e nada aborrecido.

Enquanto actriz é desafiante porque exige que, através do livro ( que está em cena exactamente para passarmos também a mensagem de que não devemos abandonar os livros) eu tenho de agarrar, com dinâmica , os pequenos (e grandes!) espectadores!

Quais os maiores desafios quando se trabalha para um público infantil?

Manter as crianças atentas ao decorrer do espectáculo! No entanto isso tem acontecido sempre. Antes da pandemia fizemos muitos espectáculos pelo país através da contratação pelas câmaras municipais e a reação das crianças, professores e educadores foi mesmo muitíssimo positiva!!

Na conversa que temos no final com o público, as crianças não só mostram muito interesse em fazer perguntas como sabem de cor a sequência do espectáculo e os vários amigos que a Doce Gotinha foi encontrando pelo caminho na sua longa viagem, desde que saiu do colo da sua mãe nuvem até voltar de novo para o céu! E cantamos juntos!

Esta história é sobre uma gota de água. A que tema se refere este texto e o que mais nos pode desvendar?

Numa altura em que é incontornável sensibilizarmos a população para as questões das alterações climáticas, da sustentabilidade ambiental, há que promover a poupança do recurso natural tão precioso e que está em risco, a água! Para além disso, temos o apoio da Camara Municipal de Lisboa, a cidade capital verde 2020.

Qual a principal mensagem?

Valorizar a água. Não a desperdiçar. Perceber de onde vem. Mas também valorizar a arte que embrulha a mensagem: o livro, as música, as ilustrações e a magia de fazer sonhar . A Doce Gotinha na sua longa viagem faz novos amigos e reconhece a importância que cada um deles tem no mundo. O papel de cada um de nós que não deve ser nunca descurado!

Dia 12 estará no Teatro Tivoli BBVA. O que encontrará o público em palco?

Um piano de cauda e o seu pianista, dois narradores ( um deles cantor) e ilustrações projectadas numa tela à nossa frente que transportam os espectadores, juntamente, com a Doce Gotinha para uma viagem real e mágica.

No final existirá uma conversa com o público. Gosta de contactar directamente com o público?

Gosto imenso! Na minha carreira de comunicadora tenho feito muitos programas de televisão com crianças e tenho aprendido muito. Com o meu livro , Adolesceréfacil#soquenao tenho feito muitas palestras em escolas de todo o país e tem sido uma experiência incrível com esta faixa etária. Faz parte da forma como vivo a minha profissão, interagir com o público!

As crianças são mesmo o melhor que o mundo tem?

Não nascem más e por isso é tão importante promover e ensinar-lhes a empatia, a compaixão, o sentido de responsabilidade cívica e os valores certos para virem a ser adultos que mudem o mundo para melhor! Com inclusão, tolerância, sentido de comunidade , menos umbiguismo e menos violência. E a sua frontalidade também nos deve ajudar a nós a pensar, e se tivermos humildade para isso, a aprender com elas!

Como convida o público a ir ao Tivoli BBVA?

Sou suspeita, mas acho que é um espectáculo irresistível pela sua simplicidade. Nesta altura de pandemia não existem alternativas para levar as crianças e as afastar dos telemóveis, jogos e televisão. Fizemos questão de fazer este único espectáculo exactamente para sermos um bom presente de natal que afaste das cabeças das crianças esta nuvem negra do covid. Sei que não se irão arrepender!

Rui Lavrador
Rui Lavradorhttp://www.infocul.pt
Jornalista e Director Infocul.pt

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