Pirataria de livro de Pinto da Costa resulta em queixas-crime

Pirataria de livro de Pinto da Costa resulta em queixas-crime, anunciou a editora através de um comunicado.

Depois do anúncio da capa do novo livro de Jorge Nuno Pinto da Costa, no domingo à noite, pela TVI, começaram a circular, esta segunda-feira, em vários órgãos de comunicação social, excertos de uma obra – Azul até ao Fim – que ainda não foi publicada nem distribuída pela editora, que a publicará a 28 de outubro, a Contraponto.

Estando todos os exemplares ainda em ambiente controlado – gráfica, armazém e distribuidora –, a editora encontra-se em processo de apresentação de queixas-crime e uma investigação está já em marcha para tentar descortinar a origem da pirataria.

Azul até ao Fim chegará às livrarias no dia 28 de outubro e será apresentado na véspera, num evento aberto ao público, no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, às 16h00.

A Contraponto Editores é uma chancela do Grupo BetrandCírculo, parte do maior grupo editorial
português, e, antes desta, já publicou outras três obras de Jorge Nuno Pinto da Costa.

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