Santiago Lagoá recorda saída da TVI e reage a pergunta de Catarina Miranda: “Não tenho nenhum problema”, afirmou.
Mais de três anos depois de ter sido afastado do Somos Portugal e da TVI, Santiago Lagoá voltou a falar sobre um dos momentos mais marcantes do seu percurso televisivo. O antigo apresentador foi confrontado com o tema por Catarina Miranda, esta quinta-feira, 6 de agosto, no programa Olá, Bom Dia, da CMTV.
A saída aconteceu no início de 2023 e apanhou Santiago Lagoá de surpresa. Na altura, foi informado através de uma videochamada de que deixaria de integrar o formato das tardes de domingo, sem que lhe fossem explicadas publicamente as razões para a decisão.
Catarina Miranda confronta Santiago Lagoá
Depois de ter abordado recentemente o assunto no podcast Fundo Branco, Santiago Lagoá voltou a ser questionado sobre o afastamento da estação de Queluz de Baixo.
Catarina Miranda quis saber qual dos momentos lhe tinha custado mais: a forma como recebeu a notícia ou o facto de ter sido rapidamente substituído no programa.
“O que é que custou mais? Foi ser despedido por videochamada ou, no dia a seguir, ter sido substituído pelo Idevor [Mendonça]?”, perguntou.
Santiago Lagoá respondeu sem apontar qualquer ressentimento em relação ao colega que passou a integrar a equipa.
“Não tenho nenhum problema em ter sido substituído por qualquer pessoa”, garantiu.
Catarina Miranda elogia Santiago Lagoá, Idevor Mendonça e Mónica Jardim
Durante a conversa, Catarina Miranda aproveitou ainda para deixar palavras de apreço aos antigos rostos do Somos Portugal.
“Eu sou suspeita, porque eu adoro os três: o Idevor, a Mónica [Jardim] e o Santiago. Devem ser das pessoas que eu mais gostei de conhecer até ao dia de hoje. São pessoas humildes, que gostam de ajudar o próximo”, afirmou.
Também Catarina Miranda viria mais tarde a fazer parte do grupo de apresentadores do Somos Portugal, antes do final do formato na TVI.
A saída de Santiago Lagoá continua, assim, a ser um tema associado ao seu percurso televisivo, sobretudo pela forma inesperada como aconteceu e pela ausência, na altura, de uma explicação pública para a decisão.
