Tânia Laranjo ironiza sobre palmas no avião e passageiros que se levantam cedo demais: “Transforma-se numa final da Champions”, disse.
Foto: Tânia Laranjo – Facebook
Tânia Laranjo recorreu às redes sociais para partilhar uma reflexão bem-humorada sobre dois hábitos frequentes em viagens de avião.
A jornalista falou das palmas após a aterragem e da pressa de alguns passageiros em levantar-se, mesmo quando a porta continua fechada.
Palmas na aterragem dão mote à ironia
Na publicação, Tânia Laranjo começou por admitir que nunca compreendeu totalmente a tradição de bater palmas quando o avião aterra.
Com humor, a jornalista comparou o momento a uma celebração desportiva.
“Confesso que nunca percebi as palmas no avião. Passamos o voo inteiro a ouvir que os aviões são o transporte mais seguro do mundo, mas depois o avião aterra… e transforma-se imediatamente numa final da Champions. Palmas, assobios, emoção coletiva porque o piloto conseguiu fazer exatamente aquilo para que estudou anos: pousar sem espetar aquilo numa vinha no Montijo.”
Assim, Tânia Laranjo brincou com o contraste entre a normalidade da aterragem e a reação entusiástica de alguns passageiros.
A pressa para sair também entrou na mira
Depois, a jornalista apontou outro comportamento comum: levantar-se logo após o avião chegar ao destino.
Para Tânia Laranjo, essa pressa acaba por resultar numa espera desconfortável no corredor.
“E mal acabam as palmas, começa a segunda tradição portuguesa da aviação: toda a gente levanta-se ao mesmo tempo… para ficar parada. Durante quinze minutos. Em fila. Tortos e com a mochila na cara do vizinho.”
A crítica continuou com a imagem dos passageiros que se levantam antes do momento indicado.
“Aliás, o avião ainda nem estacionou direito e já há um senhor no corredor com a mala na mão e olhar de quem vai perder o último helicóptero para a guerra.”
“Tenho sempre a sensação de que os primeiros a sair recebem um T2 em Lisboa”
Tânia Laranjo reforçou ainda que esse comportamento não traz qualquer vantagem prática.
A porta continua fechada, a tripulação ainda está sentada e ninguém consegue sair de imediato.
“E ninguém ganha nada com isso. A porta ainda fechada, a hospedeira ainda sentada… mas tenho sempre a sensação de que os os primeiros a sair recebem um T2 em Lisboa.”
Por fim, a jornalista reconheceu que estes pequenos hábitos também fazem parte da graça das viagens.
“Mas pronto… se não houvesse palmas no fim e malta de pé antes do tempo, também perderia metade da piada.”
Desta forma, Tânia Laranjo transformou situações comuns em aeroportos e aviões numa crónica leve sobre comportamentos muito familiares aos passageiros portugueses.
Veja a publicação AQUI.

