Tempestade atinge propriedade de José Cid e destrói capela junto à habitação

Tempestade atinge propriedade de José Cid e destrói capela junto à habitação, com o artista a mostrar-se muito triste.

Queda de árvore provoca danos significativos

O mau tempo que tem marcado os últimos dias em Portugal atingiu também José Cid.
Durante a tempestade, uma árvore de grande porte caiu sobre a sua propriedade, causando estragos relevantes.

O impacto resultou na destruição parcial de uma capela anexa à casa.
A árvore, com forte valor emocional para o artista, acabou por ceder à força do vento.

Uma árvore centenária com valor sentimental

Em declarações ao Correio da Manhã, José Cid explicou a ligação especial ao exemplar.
A decisão de a manter sempre foi motivada pela memória familiar.

Como contou, “é uma árvore monstruosa, que tem mais de cem anos e que já foi plantada pelo meu pai. Em homenagem à sua memória, nunca a tinha cortado verdadeiramente, a não ser uns ramos que davam para a estrada”.

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Alívio por não haver feridos

Apesar dos danos materiais, o cantor sublinha que o desfecho poderia ter sido muito mais grave.
A queda da árvore acabou por não atingir zonas essenciais da casa.

Nesse sentido, afirmou: “Felizmente ninguém se magoou, mas se a árvore tivesse caído para o outro lado tinha atingido também o nosso quarto e parte do estúdio”.
A integridade física da família ficou, assim, salvaguardada.

Condições meteorológicas continuam a preocupar

Entretanto, a situação no local permanece delicada.
O vento forte tem dificultado os trabalhos de limpeza e recuperação.

José Cid descreveu o cenário com desalento: “O vento, entretanto, já voltou a dar cabo de tudo aquilo que tinha sido feito.”
O impacto emocional mantém-se evidente.

Capela ainda por avaliar

Por fim, o cantor revelou que ainda não conseguiu regressar ao espaço mais afetado.
A destruição deixou marcas difíceis de enfrentar.

Nas suas palavras, “ainda nem tive coragem de voltar a entrar na capela (…) A chuva já passou, mas o vento, neste momento é o nosso grande inimigo”.
A força da natureza volta, assim, a impor-se mesmo nos lugares mais íntimos.

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