Pedro Chagas Freitas fala sobre o poder do riso: “A alegria cura”, assinalou o escritor nas redes sociais.
Pedro Chagas Freitas recorreu às redes sociais para partilhar uma reflexão curta, mas carregada de emoção, sobre a importância da alegria em momentos de dor.
No texto, o escritor fala da forma como o riso, a imaginação e os pequenos gestos podem ajudar a atravessar períodos difíceis, sobretudo quando a realidade parece demasiado pesada.
“A alegria cura”
Na publicação, Pedro Chagas Freitas começa com uma frase simples, que dá o tom a toda a reflexão.
“A alegria cura.”
Depois, o autor explica que sentiu essa verdade de forma profunda, durante um tempo passado num hospital.
“Senti-o nos ossos, a cada minuto ali, ao longo daquele tempo todo fechado num hospital.”
A partir dessa memória, Pedro Chagas Freitas enumera pequenos momentos que ajudaram a tornar a angústia mais suportável.
O riso como forma de resistência
Na mensagem partilhada nas redes sociais, o escritor não fala de grandes acontecimentos. Fala antes de gestos simples, quase quotidianos, que ganham outro peso quando a vida aperta.
“É a piada sem sentido, a imitação de personagens, o teatro de fantoches, a música cantada bem desafinada, os livros que se lêem, os carros e as pistas pelo chão, pela cama, aquilo que nos permite manter a sanidade possível, a vida possível, a esperança possível.”
Com estas palavras, Pedro Chagas Freitas associa a alegria à sobrevivência emocional. Não como fuga vazia, mas como forma de manter algum chão quando tudo parece incerto.
“No meio da angústia, o que nos salva é o riso”
Entretanto, o escritor reforça a ideia de que a leveza pode ser essencial nos momentos mais difíceis.
“No meio da angústia, o que nos salva é o riso.”
Para Pedro Chagas Freitas, a vida precisa desses intervalos, dessas pequenas saídas da dor e da realidade mais dura.
“A vida precisa de fugas constantes à realidade, ao ferimento.”
A seriedade que também pode apagar
No final da reflexão, o autor deixa um aviso sobre o peso da seriedade quando ela ocupa todos os espaços.
“A seriedade em excesso apaga-nos, dilui-nos.”
Assim, Pedro Chagas Freitas transforma uma memória pessoal numa mensagem mais ampla: mesmo nos dias difíceis, a alegria pode ser abrigo. E, por vezes, é no riso mais improvável que se encontra a força possível para continuar.
Veja a publicação AQUI.
